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Emagrecimento

Quem é que já não marcou para segunda-feira o início da dieta? Afinal, nem sempre é fácil se controlar no fim de semana... E esse é um grande erro que cometemos. Na verdade, seria muito bom se nos acostumássemos a comer melhor durante a semana, para que nos permitíssemos alguns luxos no fim de semana. Mas, como conseguir isso sem sair da linha?

O excesso de peso e obesidade no Brasil:

  • É um problema que atinge tanto a população masculina quanto a feminina – 13% dos homens e 17% das mulheres acima de 20 anos são obesos.1
  • O número de pessoas com excesso de peso tem crescido de forma alarmante: nos Estados Unidos, um país onde a população não tem uma alimentação saudável, a obesidade aumentou 66% nas duas últimas décadas. E, no Brasil, o aumento já chegou aos 240%.2
Obesidade acima de 20 anos - Neo Química
  • O excesso de peso e obesidade no Brasil são encontrados com grande frequência a partir de 5 anos de idade - em todos os grupos de renda e em todas as regiões brasileiras.2
Conhecendo o mercado - Neo Química

Conhecendo o mercado

  • Mercado de mais de R$ 120 milhões e 800 mil unidades.3
  • Orlistate é a substância de maior participação dentro da classe de medicamentos para emagrecer.3
  • 90% das vendas de Orlistate estão concentradas nas apresentações lançadas pela Neo Química Genéricos.3

Fonte: 1. IBGE 2009.
2. IBGE http://saladeimprensa.ibge.gov.br. Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, realizada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde.
3. IMS PMB Abr - 2013

10 questões na medida certa

  • Devo mesmo me preocupar com meu peso?

    A resposta é sim. A obesidade não é mais apenas uma questão de estética, mas sim uma companheira perigosa da pressão alta, do diabetes tipo 2, do aumento do colesterol e de tantos outros problemas.

  • Por que se diz que a obesidade já é uma epidemia?

    Porque o número de pessoas com excesso de peso tem crescido de forma alarmante: nos Estados Unidos, um país onde a população não tem uma alimentação saudável, a obesidade aumentou 66% nas duas últimas décadas. E, no Brasil, o aumento já chegou aos 240%!

  • E quanto às crianças: não é bonito ver um bebê gordinho?

    Pode até ser bonito, mas nada saudável quando o bebê crescer. Crianças e adolescentes têm aumentado muito seu peso nos últimos anos, o que faz com que possam ter diabetes, problemas cardíacos e respiratórios cada vez mais jovens.

  • Como saber se meu peso está bom?

    Comece calculando seu IMC (índice de massa corpórea), dividindo seu peso (em quilos) pelo quadrado de sua altura (em metros). Se o IMC estiver entre 18 e 25, tudo vai bem; mas, se a conta der entre 25 e 30, fique alerta, pois o peso já está acima do esperado; e se o IMC der acima de 30, obesidade já chegou. Entretanto, o IMC não nos mostra onde a gordura está mais concentrada no corpo. Por isso, procure logo seu médico.

  • E aquela gordura que fica dentro da barriga? Ela é mesmo mais perigosa?

    Sem dúvida. A gordura que se acumula em nosso corpo distribui-se em duas regiões diferentes: aquela que fica logo debaixo da pele (as famosas papadas e os “pneuzinhos”) e aquela que nem sempre enxergamos, que fica escondida dentro da barriga e que é a verdadeira responsável pelo aumento da pressão e do colesterol e pelo diabetes tipo 2. É essa gordura, chamada de gordura visceral, que devemos combater com mais atenção.

  • É possível comer bem e manter a forma, mesmo tendo uma vida muito corrida?

    Sim. E, ao contrário do que se possa pensar, não se consegue isso com dietas fantásticas da moda ou outras fórmulas mágicas. A resposta verdadeira está em poucas palavras: aprender a comer e achar tempo para praticar exercícios.

  • Preciso me matricular em uma academia?

    Só se você estiver mesmo a fim. Praticar atividades físicas não significa necessariamente frequentar academias. Pense em seu dia a dia: por que não tirar proveito de uma caminhada até a padaria? Por que não substituir o elevador pela escada? Outra coisa é avaliar o seu estilo: pessoas muito ansiosas, com muita energia acumulada, vão se dar melhor praticando algum esporte. Por outro lado, pessoas com limitações físicas podem se dar bem com a hidroginástica, por exemplo. O importante é enxergar essas possibilidades e comer melhor, sempre dentro de sua realidade.

  • Tomar medicamentos não emagrece mais rápido?

    Nem sempre. Medicamentos, quando necessários, somente devem ser tomados com orientação médica. Jamais experimente qualquer fórmula ou medicamento por conta própria: a automedicação acaba quase sempre como um tiro pela culatra!

  • Como fazer, então, para mexer no meu cardápio sem me estressar?

    Mudar os hábitos alimentares não é uma tarefa fácil. Por isso, vale a pena fazê-lo de modo gradual e não encará-lo como uma “missão impossível”. Uma boa ideia é começar diminuindo a quantidade de gorduras e ir acrescentando alimentos mais saudáveis às refeições, sem eliminar radicalmente aqueles que já estamos acostumados a comer. Dietas irreais, com muitas privações, mais cedo ou mais tarde serão certamente abandonadas.

  • Posso comer de tudo, então?

    Não é bem assim. Com bom-senso, é possível comer quase de tudo, desde que em pequenas quantidades, e sentir prazer sem se culpar por exageros. Há três tipos básicos de nutrientes: os carboidratos (açúcares e farinhas), que devem ser a base da alimentação; as proteínas, importantes por manterem a estrutura do organismo; e as gorduras, que também participam da estrutura, mas são essenciais para o fornecimento de energia. Há ainda as vitaminas e os minerais presentes em uma série de alimentos. Com moderação e bom senso, devemos montar nossos pratos com alimentos de todos esses grupos. Lembre-se que quanto maior a variedade de alimentos, maiores as chances de um cardápio rico em nutrientes. Evite carnes gordas e coma mais grãos, frutas, legumes e cereais, importantes fontes de fibras. Coma devagar, mastigue muitas vezes antes de engolir e habitue-se a fazer pelo menos quatro refeições ao dia, evitando períodos prolongados de jejum

Fonte: Dr. Marcello Pedreira CRM 65377
Editora Veritas Comunicação Médica - Mai/2013