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Saúde

Má alimentação: saiba como virar o jogo e investir na sua saúde

Dr. Márcio de Queiroz Elias Publicado em: 28/11/2025 - Atualizado em: 28/11/2025

O consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, ricos em açúcar, sal e gorduras saturadas, aliado à falta de atividade física, pode gerar desequilíbrios no organismo e comprometer o bem-estar.

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A má alimentação é um dos maiores desafios para a saúde atualmente. Afinal, afeta a qualidade de vida e aumenta o risco de diversas doenças crônicas. O consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, ricos em açúcar, sal e gorduras saturadas, aliado à falta de atividade física, pode gerar desequilíbrios no organismo e comprometer o bem-estar.¹

Muitas pessoas só percebem os efeitos negativos quando surgem sintomas, como cansaço, ganho de peso, pressão alta ou alterações nos exames de sangue ¹,²,³.

Por isso, compreender as consequências de uma dieta inadequada é o primeiro passo para transformar hábitos e investir na saúde. Ao longo deste texto, confira as principais doenças causadas pela má alimentação e dicas simples para melhorar seus hábitos e ter mais energia e vitalidade.

Resumo

  • A má alimentação aumenta o risco de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e obesidade, devido ao consumo de ultraprocessados ricos em açúcar, sal e gorduras, além da falta de atividade física ¹,³.
  • As consequências da alimentação ruim afetam corpo e mente, o que pode causar desequilíbrios hormonais, estresse, baixa imunidade e queda da autoestima, o que reforça hábitos pouco saudáveis e dificulta mudanças ⁴.
  • Para melhorar os hábitos, recomenda-se priorizar comer alimentos naturais, reduzir açúcares, sal e gorduras, aumentar o consumo de frutas, verduras e fibras, além de praticar atividade física e dormir bem ¹,⁵.
  • Suplementos alimentares podem complementar nutrientes ausentes na dieta; a Vitamina B12 da Neo Química é uma opção segura para manter níveis adequados desse nutriente essencial ⁶,⁷.

 

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Quais são as doenças causadas pela má alimentação?

Comer mal aumenta o risco de diversas doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, obesidade e gastrite. Consumir alimentos ultraprocessados, ricos em açúcares, sal e gorduras, compromete o organismo e favorece inflamações, desequilíbrios metabólicos e complicações cardiovasculares. Logo, investir em hábitos alimentares saudáveis ajuda a prevenir essas condições e manter a saúde ³.

Veja abaixo as principais doenças associadas a uma alimentação desequilibrada.

Gastrite

A gastrite é uma inflamação na mucosa do estômago, frequentemente causada por alimentação ruim e refeições irregulares. Evitar café, frituras, doces, bebidas alcoólicas e alimentos muito condimentados ajuda a proteger o estômago ³.

Além disso, fracionar as refeições e consumir pequenas porções ao longo do dia também reduz o risco de gastrite ³.

Diabetes tipo II

Relacionada ao excesso de peso e obesidade, o diabetes tipo II surge quando o corpo não consegue regular corretamente a glicose ³.

Portanto, reduzir carboidratos e gorduras, adotar uma dieta equilibrada e praticar exercícios físicos são estratégias fundamentais para prevenção e controle ³.

Colesterol elevado

O colesterol LDL alto pode provocar infartos e derrames e é agravado por consumo excessivo de alimentos industrializados ricos em gorduras trans ³.

Moderar gorduras na dieta, aumentar fibras e praticar atividade física são essenciais para manter os seus níveis saudáveis no organismo ³.

Obesidade

Caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal devido à má alimentação, a obesidade é resultado do consumo calórico elevado e baixa atividade física. Reeducação alimentar e exercícios regulares são fundamentais para prevenir complicações e manter o corpo saudável ³.

Hipertensão

A hipertensão eleva a pressão arterial e aumenta o risco cardiovascular. Reduzir o consumo de sal e alimentos industrializados, aliado à prática de atividades físicas, contribui para a prevenção dessa doença ³.

Quais são as consequências da má alimentação?

As consequências vão além do ganho de peso e atingem tanto a saúde física quanto a mental. A longo prazo, maus hábitos alimentares podem causar doenças crônicas, desequilíbrios hormonais, queda da autoestima e aumento do estresse. Além disso, afetam a disposição, a concentração e o bem-estar emocional ⁴.

Por exemplo, uma dieta pobre em nutrientes e rica em ultraprocessados favorece a liberação de cortisol, o hormônio do estresse, o que pode levar ao aumento do apetite e do consumo alimentar descontrolado ⁴.

Esse ciclo pode gerar culpa, vergonha e insatisfação crônica com o corpo, o que reforça padrões pouco saudáveis e dificulta a mudança de hábitos ⁴.

Entre outras consequências, estão o surgimento de ansiedade, cansaço excessivo, baixa imunidade e alterações metabólicas que aumentam o risco de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares ⁴.

Por isso, adotar uma alimentação equilibrada e respeitar o próprio corpo são passos essenciais para restaurar a saúde e prevenir complicações futuras ⁴.

Como ter uma alimentação mais saudável?

Escolha alimentos naturais e equilibre os grupos alimentares ao longo do dia. Uma dieta rica em frutas, verduras, legumes e grãos integrais ajuda a prevenir doenças crônicas, fortalecer o sistema imunológico e melhorar o bem-estar físico e mental. A regra é simples: “descasque mais e desembrulhe menos”, priorizando itens frescos ¹.

Confira abaixo o que pode ou não comer para reverter a sua alimentação não saudável.

1. Consuma frutas, verduras e hortaliças

O consumo diário de pelo menos 400 gramas ou cinco porções de frutas e vegetais reduz o risco de doenças crônicas não transmissíveis e garante fibras essenciais para o bom funcionamento intestinal ⁵.

Prefira incluir verduras em todas as refeições, consumir frutas frescas como lanches e variar as opções conforme a estação do ano ⁵.

2. Opte pelas gorduras boas

Reduzir o consumo de gorduras para menos de 30% do total de calorias diárias previne o ganho de peso e doenças cardiovasculares ⁵.

Diminua a ingestão de gorduras saturadas e trans, substituindo-as por insaturadas, como azeite e óleos vegetais (canola, soja e girassol). Evite frituras e produtos industrializados e opte por carnes magras e laticínios com baixo teor de gordura ⁵.

3. Controle o sal, sódio e potássio

O excesso de sal está associado à hipertensão e ao aumento do risco de AVC ⁵.

Para reduzir o consumo, limite o uso de molhos prontos e temperos industrializados, retire o saleiro da mesa e escolha produtos com menor teor de sódio. Aumente a ingestão de potássio, presente em frutas e verduras frescas, para equilibrar a pressão arterial ⁵.

4. Cuidado com os açúcares: menos é mais

O consumo de açúcares livres deve representar menos de 10% das calorias diárias, idealmente abaixo de 5% ⁵.

Reduzir bebidas adoçadas, doces e snacks açucarados evita ganho de peso, obesidade e até cáries. Troque refrigerantes e sucos industrializados por água, chás sem açúcar ou frutas frescas como sobremesa ⁵.

5. Adquira hábitos que fortalecem a saúde

Além da alimentação equilibrada, adotar hábitos saudáveis é essencial para o bom funcionamento do corpo, como ¹:

  • evite alimentos ultraprocessados, gordurosos e salgados;
  • beba bastante água ao longo do dia;
  • reduza ou evite bebidas alcoólicas e o cigarro;
  • pratique atividades físicas regularmente (de preferência, ao menos três vezes por semana);
  • durma cerca de oito horas por noite;
  • faça exames preventivos e consulte um médico periodicamente.

 

Ao seguir essas orientações, é possível transformar aos poucos o estilo de vida, melhorar a relação com a comida e prevenir as consequências da má alimentação, como obesidade, hipertensão e diabetes.

Uma rotina equilibrada é o caminho mais eficaz para manter o corpo forte, a mente saudável e viver com mais qualidade de vida ¹,⁵.

Alimentação não saudável: como complementar os nutrientes?

Quando a rotina alimentar é desequilibrada, o corpo pode sofrer com a falta de vitaminas e minerais essenciais. Nesses casos, os suplementos alimentares ajudam a complementar os nutrientes não obtidos em quantidade suficiente pela má alimentação. Assim, favorecem o bom funcionamento do organismo ⁶.

Os suplementos não são medicamentos, ou seja, não tratam nem previnem doenças. Devem ser usados por pessoas saudáveis que buscam melhorar a ingestão nutricional. Em casos de carências nutricionais específicas, é essencial procurar um profissional de saúde para orientação adequada ⁸.

Uma opção segura e confiável é a Vitamina B12 da Neo Química ⁷.

Esse suplemento está disponível em comprimidos mastigáveis, com 9,9 mcg de vitamina B12, ideal para adultos acima de 18 anos e indicado para manter níveis adequados dessa vitamina essencial ⁷.

Vitamina B12 Neo Química. Alimentos isentos de registro conforme RDC 27/2010. Outubro/2025.

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Sobre o autor

Dr. Márcio de Queiroz Elias

Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro em 1994, concluiu sua especialização em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo em 1996. Entre 2004 e 2005, ocupou posições de liderança em maternidades e instituições hospitalares, onde consolidou sua experiência em gestão na área da saúde.

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